domingo, 7 de junho de 2015

Dez alimentos que ajudam a aumentar a massa magra

O arroz e o feijão, queridinhos da culinária brasileira, estão na lista preparada por nutricionista


A luta diária pela redução da gordura corporal e aumento da massa magra está levando muita gente a cometer loucuras, colocando a saúde em risco. Exercícios sem acompanhamento, dietas radicais e o uso de substâncias proibidas estão sendo utilizados, o que é extremamente perigoso.

“Como consequência, pode haver algum dano ao organismo, que nem sempre é reversível. Por isso, antes de iniciar qualquer atividade, um check-up é fundamental para saber se está com a saúde em dia e apto à prática de atividade física. Após isso, um educador físico poderá indicar o melhor tipo de atividade. Para complementar, um acompanhamento de um nutricionista será de extrema importância, pois este poderá indicar o melhor tipo de dieta para alcançar seus objetivos e recomendar as quantidades e o melhor tipo de suplemento, se houver necessidade, lembrando que todo excesso poderá acarretar algum dano à saúde”, afirma a nutricionista Cintia Azeredo, do Vita Check-Up Center.

A pedido do blog, Cintia Azeredo preparou uma lista com dez alimentos que devem ser consumidos por aqueles que pretendem aumentar a massa magra. Entre eles, está a dupla queridinha da culinária brasileira: o arroz com feijão. Comer de maneira saudável pode ser mais fácil do que se imagina.

Abaixo, confira a lista e a importância de cada um dos alimentos selecionados pela nutricionista do Vita Check-Up Center. E até quarta-feira que vem.

1. Frango sem pele: É excelente fonte de proteína e auxilia na recuperação e no crescimento muscular. Os alimentos de origem animal são ótimas fontes de proteína, mas também possuem grande quantidade de gordura saturada (a gordura ruim, quando utilizada em excesso). A carne do frango possui o benefício de ter uma quantidade significativamente menor desta gordura, principalmente na região do peito.




2. Ovo: É ótima fonte de albumina, proteína de alto valor biológico encontrada na clara, muito utilizada em suplementos e que auxilia na manutenção, na contração, força e ganho de massa muscular. A gema, que antes era considerada uma vilã, atua melhorando a imunidade, fornecendo ferro, vitaminas A, D e K, carotenoides, entre outros nutrientes.




3. Feijão com arroz: A dupla mais famosa do Brasil é rica em aminoácidos essenciais. O feijão é rico em lisina e o arroz rico em metionina. Esses tipos de aminoácidos são aqueles que o corpo não produz e, por isso, conseguimos por meio da dieta. Eles também participam de inúmeras funções, dentre elas a síntese proteica, que ajuda na formação e recuperação muscular. O arroz, além de fornecer aminoácido, é uma ótima fonte de carboidrato complexo, que provê energia para o bom funcionamento do metabolismo.






4. Banana: Fruta com alto índice glicêmico, a banana fornece energia de forma rápida e ainda é tem fácil digestão. Também é rica em vitaminas e em minerais – que auxiliam na memória, na redução de cãibras e reforça a imunidade. Quando utilizada antes da atividade física, promove energia, melhorando o desempenho durante o exercício, reduzindo a fadiga e ainda ajudando a preservar a massa muscular durante a atividade.





5. Aveia: Cereal rico em proteínas, fibras, vitaminas, minerais e carboidratos complexos, ela fornece energia de forma gradual. Todos os carboidratos mais complexos já fornecem energia de forma mais lenta, quando comparados aos carboidratos simples, mas a aveia ainda tem outros nutrientes como as fibras, que modulam a resposta glicêmica, tornando ainda mais vantajoso o seu uso, trazendo este beneficio. É importante para ser utilizado antes de exercícios de longa duração, nos quais é necessária uma maior quantidade de energia, pois, assim, o indivíduo estará bem disposto até o fim da atividade.



6. Beterraba: Fonte de nitrato, a beterraba faz vasodilatação e melhora a oxigenação dos músculos, aprimorando, ainda, a absorção de nutrientes para dentro do músculo. Quando o músculo trabalha com baixa oxigenação, ele fica com sua função reduzida, o que leva à queda no desempenho.




7. Melancia: Possui uma substância chamada citrulina, que atua melhorando a fadiga muscular, o que reduz o cansaço. É também fonte de vitaminas do complexo B e minerais, que melhoram a imunidade.



8. Cottage: Possui grande quantidade de uma proteína, que é rapidamente absorvida pelo organismo. Fornece ainda alto teor de cálcio, importante no processo de contração muscular e para saúde dos ossos. Além disso, possui baixo teor de gordura. É uma boa opção de proteína para ser utilizada por vegetarianos. Assim como todos os derivados do leite, o cottage possui dois tipos de proteínas: a caseína (presente em 80% do leite) e a proteína do soro do leite, que normalmente é bem tolerada até por quem possui algum tipo de alergia e é super bem absorvida e aproveitada pelo organismo. Por isso, é muito utilizado nos suplementos (Whey protein). O cottage acaba sendo mais vantajoso pelo baixo teor de gordura.



9. Batata doce: Possui carboidrato de baixo índice glicêmico, liberando a energia de forma lenta, sendo grande aliada para praticantes de atividades de longa duração, uma vez que ajuda a preservar a massa muscular e a manter um bom desempenho até o fim da atividade.





10. Soja e seus derivados: São ótima fonte vegetal de proteína e cálcio. Atua na manutenção, na força e no ganho muscular. É rica em isoflavona, substância semelhante ao hormônio feminino, e auxilia no equilíbrio hormonal, evitando o acúmulo de gordura corporal.

domingo, 8 de março de 2015



“Mulher é aquela que pensa com o coração, age pela emoção e vence pelo amor. Parabéns pelo seu dia!”. Que jogue a primeira pedra quem nunca recebeu na firma essas belíssimas palavras grampeadas em um Sonho de Valsa (porque não basta ser machista, tem que ser desprovido também de qualquer indício de criatividade)




sexta-feira, 6 de fevereiro de 2015

Exercicios em casa


Treino em casa para os Glúteos


Fortalecer / tonificar glúteos em 15 minutos: treino rápido e eficaz para fortalecer/tonificar bumbum sem necessidade de qualquer equipamento de ginástica. Este exercício pode ser feito em qualquer lugar. Ideal para mulheres que querem recuperar a forma antes do verão.



sexta-feira, 21 de novembro de 2014

Tipos de saltos

DESÇA DO SALTO, MENINA!!

Quem diz que jamais desce do salto e literalmente vive em cima dele, deve tomar muito cuidado. Especialistas alertam que o uso frequente de sapatos com salto causam sérios problemas na coluna vertebral, nos pés e articulações. E quanto mais alto e fino o salto, maior o problema. Usar todo santo dia o saltinho básico é quase um crime. Tudo isso porque o salto alto altera a posição de equilíbrio do corpo, provocando uma mudança no centro de gravidade. Isso ocasiona uma sobrecarga na coluna lombar e prejudica as articulações.

Segundo o quiropraxista australiano, Jason Gilbert, autor do livro O Segredo da Coluna Saudável(Editora Gaia), o salto faz com que as mulheres tenham de andar se equilibrando e essa falta de estabilidade prejudica a coluna. Dores na região lombar e de cabeça geralmente são os primeiros sinais de que algo não anda bem.

Deformidades nos pés é outro preço que quem não abre mão desse acessório, paga. Assim como dores no calcanhar, na panturrilha, conhecida popularmente como batata da perna, e as dores no tão temido nervo ciático. “O uso frequente de salto alto deixa os glúteos contraídos e isso prejudica o nervo ciático que fatalmente irá reclamar.

A batata da perna também se queixará, pois há um encurtamento do nervo devido a posição de elevação que o salto proporciona. Esse encurtamento prejudica a circulação nessa região e pode provocar inchaços nas pernas e pés”, revela o especialista. O profissional fez um levantamento apontando os piores tipos de salto. Veja abaixo as dicas.

Agulha: Fuja dele! Apesar de elegantérrimo não apresenta conforto e estabilidade para seus pés. É um dos modelos que mais ocasiona deformidade nos pés e causa torções;
Anabela: Não é tão elegante como os outros, mas dependendo da ocasião pode quebrar um galho. A planta dos pés fica mais estável e distribui melhor a pressão que o pé. Mas tome cuidado, pois é um dos que mais ocasionam torções nos tornozelos;

  


 Bico fino e salto fino: Assim como o salto agulha prejudica os pés, articulações e o tornozelo. Por ter o bico fino deixa os dedos apertadíssimos e é propício a deixar deformidades;


 


Salto Quadrado: Nem tão santo e nem tão vilão. Esse tipo de salto proporciona maior equilíbrio e cansa bem menos as pernas. Opte por bicos quadrados e não pelos bicudos. O quadrado deixará seus dedos mais confortáveis;




Salto Médio: Um pouco mais confortável que os citados anteriormente, porém esses modelos prejudicam da mesma forma. Caso a situação exija um salto mais elegante opte por ele e deixe os mais finos de lado;


Salto Meia Pata: Não se deixe enganar por ele. Lindo e mais confortável que os saltos finos, oferecem os mesmos riscos. Ele é só um pouquinho mais confortável e oferece um pouco mais de estabilidade na hora de andar;

Tênis com salto: Se esse salto (Tipo Sneakers) não ultrapassar os 3 cm pode ser usado normalmente, dessa forma não prejudicará a saúde de ninguém.
 

DICAS
Rodízio: Faça um rodízio de sapatos e alterne os tipos de saltos que você tem em seu guarda-roupa;
Descanso: Pelo menos duas vezes por semana opte por sapatos baixos:
Troque: Quando estiver em ocasiões que não exigem o uso do salto coloque uma sapatilha, um chinelinho e dê descanso aos seus pés;
Fuja dos 5 cm: Evite usar saltos que ultrapassem 5 cm. Os mais indicados são os de 3 cm;
Sapatilhas perigosas: Cuidado com as sapatilhas, pois elas também podem provocar dores. Opte por sapatilhas que apresentam solado emborrachado, pois o impacto com o chão será menor.
Radicalismo: Caso queira mudar seus hábitos e escantear o salto alto, faço isso de forma gradativa. Lembre-se que você usou salto durante algum tempo e provavelmente você apresenta encurtamento de tendões e músculos e o uso de sapato sem salto provocará o alongamento desse músculo;

Emagrecimento

5 hábitos a tarde que engordam


 

 1 – Ingerir muitas calorias:
Consumir algo entre o almoço e o jantar é uma ótima maneira de manter os níveis de energia em alta, o metabolismo ativo e a fome sob controle. No entanto, não exagere. Procure por algo de até 150 calorias, como uma porção de amêndoas, uma fruta, sanduíche natural light. Fuja de doces, bolachas recheadas, salgadinhos de milho, frituras e principalmente, não caia nas tentações dos colegas de trabalho. Leve seu lanche sempre com você.

 2 – Ignorar a academia:
Se você se sente cansada para fazer atividade física após o almoço ou não consegue um horário livre à tarde para suar a camisa, não desista. Acorde mais cedo e vá à academia ou após o trabalho, foca sua mente no seu objetivo e não deixe de se exercitar e queimar calorias.

 3 – Visitar a cafeteria:
Você deve evitar tentações e, portanto, é melhor nem ir à cafeteria. Caso contrário, vai acabar escolhendo algo bem calórico. Se quer um café à tarde, tome-o na própria empresa e como dito, leve seus lanches e deixe no trabalho.

4 – Celebrar o aniversário no escritório:
Comer guloseimas à tarde, principalmente quando o escritório é grande e conta com várias comemorações de aniversário, pode fazer com que crie o hábito de saboreá-las sempre. Tente não incentivar essas festinhas e controle-se quando elas ocorrerem. Tente incentiva seu grupo de trabalho e levarem lanches mais saudáveis. Mostre aos colegas as vantagens e os sabores que podem ser muito bons também como sanduíches, sucos naturais, sala de frutas, fritas frescas ou desidratadas.

5 – Ir ao refeitório da empresa:
Se o refeitório oferece guloseimas, evite-o. É difícil segurar a vontade quando se vê algo delicioso. Leve de casa seu lanche da tarde e se o seu objetivo é emagrecer ou manter o peso, esse tipo de doces só vai sabotar sua dieta. E lembre-se: um doce hoje, um salgado amanhã e um arrependimento depois.
Tente incentivar sua equipe de trabalho a adotar hábitos saudáveis, junte uma verba entre eles e compre no final de semana lanchinhos mais leves como mix de frutas secas, frutas desidratadas tipo maçã chips, pêra e banana, salgadinhos integrais assados, sanduíches naturais.
 
Se há uma geladeira,  façam uma vaquinha para comprarem sucos e frutas naturais ao invés de refrigerantes. O custo será o mesmo, pode ter certeza. Se colocar na ponta do lápis, quem adota uma dieta saudável investe em bons produtos, porém economiza nas calorias, consumindo porções menores dos alimentos, rendendo-os por um período maior.
A motivação e as dicas você encontra por aqui, mas a força de vontade agora depende de você! :)

domingo, 5 de outubro de 2014

Homenagem pra quem você ama!

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quinta-feira, 28 de agosto de 2014

Alimentção!


Sete alimentos para combater a gordura localizada

Faça a escolha certa e acelere os resultados no seu plano para secar a barriga

Abacate - foto: Getty Images

Abacate

A bioquímica e os estudos científicos explicam: justamente pela sua alta concentração de gorduras benéficas, que promovem a saciedade por mais tempo, o abacate pode ajudar a reduzir o peso. Apesar da alta concentração de calorias, elas provêm da gordura monoinsaturada, que ajuda a reduzir o pico de insulina, hormônio que desencadeia o armazenamento das calorias extras sob a forma de gordura localizada. Além disso, o ômega-9 presente ativa outro hormônio, a adiponectina, que induz o corpo a produzir energia a partir dos depósitos de gordura, ou seja, derretendo o que sobra no abdômen. A nutricionista Renata Fidelis, do Spa Sorocaba, recomenda comer três colheres de sopa em dias alternados. "Cem gramas (cerca de três colheres de sopa) de abacate têm 182 calorias, então, quem quer emagrecer não deve abusar do alimento. Comê-lo três vezes por semana é o ideal."  


Frutas vermelhas  - foto: Getty Images

Frutas vermelhas

As frutinhas vermelho-arroxeadas (framboesa, amora, morango, cereja, jabuticaba, mirtilo, melancia e uva roxa) são poderosas aliadas no combate à gordura localizada. A nutricionista Renata explica que existem, nas cascas dessas frutas, substâncias fitoquímicas com ação antioxidante, como a antocianina, que mantém o sistema circulatório eficiente, melhorando a irrigação dos tecidos e ajudando na queima de gordura abdominal. A especialista recomenda o consumo de uma ou duas xícaras por dia, sem adição de açúcar.  
Chá verde - foto: Getty Images

Chá verde

Além de atuarem no sistema nervoso central acelerando o metabolismo e aumentando a temperatura corporal, as xantinas (cafeína, teofilina e teobromina) presentes no café, chá verde e preto, mate e chocolate aumentam a mobilização de gorduras estocadas. Os polifenóis, também presentes no chá verde, eliminam radicais livres, o que diminui a oxidação de gorduras. A nutricionista Renata orienta tomar uma xícara de chá de 30 a 40 minutos após almoço e jantar, com cuidado especial para não consumi-lo antes de dormir (o que pode atrapalhar o sono) e se você for hipertenso, porque essas substâncias aumentam a pressão arterial.  
Azeite - foto: Getty Images

Azeite

Uma pesquisa realizada pelo Instituto Salud Carlos III, da Espanha, em parceria com a Universidade de Cambridge, da Inglaterra, aponta que a ingestão diária de azeite evita a formação de gorduras na região da cintura. O estudo foi publicado na revista Diabetes Care e afirma que as gorduras monoinsaturadas presentes do azeite previne o acúmulo de gordura na região.

Renata Fidelis enfatiza que o azeite é um excelente alimento para prevenir doenças cardiovasculares, já que tem componentes anti-inflamatórios que atuam nos vasos, diminuindo a agregação de placas de gordura. Três colheres de sopa por dia do alimento cru (o cozimento transforma a gordura saudável em vilã) são suficientes para colher os benefícios.  
Peixe - foto: Getty Images

Peixes e frutos do mar

A inflamação é um dos principais responsáveis pelo ganho de peso. Peixes e frutos do mar, por serem ricos em ômega-3, um ácido graxo essencial, ajudam a desinflamar as células de gordura, atuando no controle do problema. Além disso, esses alimentos também aceleram a transformação da glicose em energia, impedindo que ela seja estocada sob a forma de gordura. A nutróloga Tamara orienta a inclusão desses alimentos no cardápio pelo menos três vezes por semana.  
Óleo de coco - foto: Getty Images

Óleos funcionais

Não é a toa que os óleos funcionais são tão conhecidos quando o assunto é emagrecimento. "Os óleos funcionais atuam no metabolismo das gorduras, aumentando a quebra da dos ácidos graxos para produção de energia e, consequentemente, diminuindo as reservas de gordura", afirma a nutricionista Raquel Maranhão, da clínica BeSlim, no Rio de Janeiro. Entre os mais famosos, estão o óleo de cártamo e o óleo de coco, que agem também na aceleração do metabolismo. Mas também vale destacar o óleo das sementes de gergelim, que previne o armazenamento de gordura corporal através da inibição de fosfodiesterase, uma enzima responsável pelo acúmulo de gorduras no organismo.  


Alimentos probióticos  - foto: Getty Images

Alimentos probióticos

A nutróloga Tamara explica que existem várias hipóteses para explicar como os alimentosprobióticos auxiliam o emagrecimento. "Alguns lactobacilos produzem um tipo de gordura, o CLA (ácido linoléico conjugado), que é capaz de reduzir o porcentual de gordura", explica a especialista. Além disso, esse tipo de alimento tem como função básica equilibrar a flora intestinal. Um estudo publicado em 2006 pela revista científica Nature mostrou que as bactérias presentes na flora intestinal de pessoas com obesidade é muito diferente da de pessoas com peso adequado. A descoberta sugere que a absorção inadequada de gorduras no intestino, que ocorre nas pessoas com flora comprometida, pode estar relacionada ao ganho de peso.